3ª Carta Pastoral do Mês de Maio de 2015.
Amados Gceuleyanos, que amor é este?
Tendo em vista o dia das mães no último
domingo, procuramos abordar o assunto que está na raiz da relação entre as mães
e os filhos, o amor. Contudo, muito embora as mães amem de uma maneira muito valiosa,
o fundamento do amor de uma mãe é o amor de Deus.
Essencialmente Deus inseriu o seu amor
nas mães. Inclusive, por isto, quem deve ser admirado, reverenciado, adorado é
Deus e não a minha mãe, ou a sua mãe.
O texto que trazemos é o de Marcos 7:
24-30, que fala de uma mãe que primeiro submete-se a um encontro com Jesus por
causa de sua filha que está enferma espiritualmente em casa; depois, neste
encontro ela se humilha publicamente quando, em meio a uma pequena multidão, se
ajoelha aos pés de Jesus; em terceiro lugar ela tem também o seu orgulho
quebrado quando é inferiorizada numa pequena parábola de Jesus; e, por fim, admite
publicamente sua condição de pobre pecadora. Como resultado, Jesus valoriza
cada uma das suas atitudes. Como mãe sua postura era irrepreensível. E a
despede liberando uma benção de vitória para ela e sua filha.
O que uma mãe é capaz de fazer por seu
filho não é mesmo? Contudo, ainda assim é pouco pelo que o Senhor é capaz de
fazer por nós: “Aquele que nem mesmo o seu próprio filho poupou, antes o
entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” (Rm
8: 32)
Este versículo demonstra o quanto Deus
nos ama, pois foi capaz de dar o seu único filho por nós. Ele não deu seu
segundo filho, ou o seu terceiro, ou o décimo, o Senhor se privou de seu único
filho por nós. Pela nossa libertação. Pela nossa redenção. Pela nossa salvação (Leia
João 3: 16 e comente sobre o amor de Deus). Gerar filhos, o ser mãe, é algo
exclusivo da mulher. Contudo, o amor é dom de Deus e ele o concede ao ser
humano para que este possa experimentar e o vivenciar.
Assim, o amor de Deus é a base de tudo,
incluindo do amor de uma mãe para com o seu filho, pois por acaso “haverá mãe
que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que
gerou? Embora ela possa esquecê-lo eu não me esquecerei de vocês. Veja eu
gravei vocês nas palmas das minhas mãos” (...) – Isaías 49: 15-16a
Por amor, Deus anda no vale de morte
conosco (Sl 23: 4), foi até a morte (Hb 9: 15) e entrou nos céus para nos inaugurar
o caminho (Hb 9: 24). Que amor é este?
Um grande abraço a todos,
Pr Jefferson Pacheco.
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